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Vice não autorizou renovação de um contrato despachado por Costa Gomes
Presidente desautorizado por Domingos Pereira

Costa Gomes deixou cair mais um dos seus mais próximos colaboradores.

O presidente da Câmara foi desautorizado, recentemente, pelo seu vice-presidente numa renovação de contrato com uma empresa que fazia assessoria de gestão económico-financeira no município. Miguel Costa Gomes, segundo o Barcelos Popular apurou junto de fontes municipais, terá assinado o despacho de renovação dos serviços com a empresa Modingest – Modernização e Inovação de Gestão, mas Domingos Pereira, vereador responsável pela área financeira, acabou por inviabilizar a decisão do presidente, situação que provocou algum desconforto junto de vereadores e assessores.

Apesar do proprietário da empresa, contactado pelo BP, não ter feito qualquer comentário sobre o caso, o BP sabe que está em cima da mesa a hipótese de uma acção judicial contra a Câmara, não por causa da recusa de renovação do contrato, mas porque Vítor Lemos trabalhou na Câmara durante nove meses sem auferir qualquer vencimento. A Modingest foi constituída especificamente para o trabalho que foi desenvolvido no município, pois só assim a Câmara poderia fazer um contrato do género com Vítor Lemos. Lemos, registe-se, foi mais uma das pessoas próximas de Costa Gomes que o acompanhou para a Câmara, em 2009. Ficou como um dos principais responsáveis pelo dossier do contrato de concessão da água, prova da confiança que lhe era depositada pelo presidente. Mas, tal como aconteceu com João Albuquerque e Sónia Sá, a sua presença nos gabinetes reservados aos assessores nunca terá sido do agrado da direcção do partido e da liderança afecta a Domingos Pereira. O ex-chefe de gabinete do presidente da Câmara, agora líder da ACIB, pouco mais de um ano esteve nos Paços do Concelho e a assessora de imprensa que fez a campanha eleitoral de Costa Gomes, acabou também por cair, em Outubro de 2011. Em jeito de substituição foi contratada pela EMEC, embora tenha ficado a trabalhar nos Paços do Concelho, uma empresa de comunicação ligada a pessoas próximas do militante socialista, Joaquim Couto, que foi presidente da Câmara de Santo Tirso e Governador Civil do Porto e que até há pouco tempo residia em Barcelos. A segunda, no espaço de apenas dois anos, pois o primeiro contrato do executivo PS (que ainda se mantém) foi celebrado com a Oxys, que tem como proprietário Rui Basto, amigo de longa data do presidente e que até há alguns meses empregava o assessor de imprensa municipal, João Faria. Costa Gomes está, assim, cada vez mais dependente do poder do seu vice, depois das pessoas que lhe são mais próximas terem saído. O BP questionou a Câmara no dia 28 de Agosto, mas, uma vez mais, e passados 15 dias, não há qualquer resposta.

Autor: Pedro Granja/José Santos
Quinta-feira, 13 de Setembro de 2012 - 10:54:06

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