
Entre foguetes e milhões imaginários
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Entristece-me constatar que o 25 de abril, data maior da nossa democracia, está longe de cumprir o seu potencial de unir todos os democratas – dos outros, francamente, já nada espero. Em vez de ser um momento de encontro, de memória partilhada e de celebração coletiva, transforma-se demasiadas vezes num palco de divisões que não deviam ter lugar num dia como este, onde o amor à liberdade devia falar mais alto do que qualquer diferença ideológica.
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