O desnorte que vai grassando pelo país, fruto de uma governação medíocre, começa a fazer escola ao nível local. Depois das trapalhadas com os exames do ensino secundário, em que o primeiro-ministro e o ministro da educação, em vez de assumirem as suas responsabilidades, optaram por distribuir as culpas pelos professores, escolas, alunos e famílias, chegando mesmo ao cúmulo de criticarem a falta de prudência pela marcação de férias em alturas em que era suposto que as famílias estivessem de férias, vemos o modus operandi ser transposto para Barcelos.