Ninguém sabe, mas é sempre a mesma coisa. Não há uma obra que tenha começado no prazo e terminado de acordo com o contrato. Poucos percebem, apenas os empreiteiros e os adjudicantes. O povo nada sabe a não ser as velhas e esfarrapadas desculpas de sempre: mais trabalhos, apareceram vestígios arqueológicos, falta de material, falta de mão-de-obra, e por aí adiante.