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Pedro Silva subiu ao terceiro lugar da Volta a Portugal

87ª Volta a Portugal em bicicleta

Prometeu e cumpriu. Pedro Silva, corredor do Boavista, ascendeu ao terceiro lugar da Geral Individual da Volta a Portugal em bicicleta. O ciclista de Carapeços ocupa também o segundo lugar na Geral da Montanha e por isso, hoje, na última etapa, vai partir de azul na Maia em direcção ao Porto.

A mítica subida à Senhora da Graça, uma tirada que começou em Paredes e terminou em Mondim de Basto, num total de 142,6 Km, teve muita emoção na estrada mas nos corações de toda a família velocipédica um sentimento de tristeza após o trágico acidente do dia anterior, marcado pelo falecimento de Finlay Tarling, corredor britânico da NSN Development Team, tirada da oitava etapa que ligava Melgaço a Fafe entretanto cancelada.

Pedro Silva foi um dos protagonistas da jornada de ontem tendo trabalhado muito, principalmente na primeira abordagem à Senhora da Graça por uma outra vertente do Monte Farinha e com um pormenor que acabou por sair caro a Adrià Pericas, anterior terceiro classificado. Foi no troço final em sterrato que Pedro Silva aproveitou e subiu, assim, ao pódio.

André “Nelinho” Ribeiro efectuou uma etapa de luxo e terminou na 14ª posição. João Matias foi 54º.

Pedro Silva tem 6 segundos de vantagem sobre José Fernandes pelo que a última etapa será disputada até ao limite.

Alexis Guérin continua de amarelo e bem encaminhado para vencer a 87º edição da Volta .

A 10ª etapa será entre a Maia e os Aliados, no Porto, com partida às 13h55 e chegada prevista para as 17h15, depois de percorridos 136,9 km.


6 ETAPA (13 Agosto)

Que grande Volta a Portugal está a fazer Pedro Silva, ciclista de Carapeços que defende as cores da Feira dos Sofás-Boavista. O barcelense subiu ao quarto lugar da classificação geral individual muito pelo que fez na etapa de ontem que terminou no Gerês com o jovem minhoto a fazer quarto a 28 segundos (melhor português). Pedro Silva andou sempre a morder os calcanhares, ou melhor, a roda do trio que chegou na frente, composto por Alexis Guérin, o actual camisola amarela, Artem Nych, companheiro de equipa na Anicolor, e o espanhol Adrià Pericas (UAE Team Emirates), este o vencedor da tirada.

À conversa com o Barcelos Popular na partida em Vieira do Minho, Pedro Silva prometeu lutar pela etapa mas a dificuldade da sétima tirada não o permitiu. No entanto, ainda não descartou o assalto ao pódio da Grandíssima que tem a “machadada” final agendada para o dia de amanhã com a dupla subida ao Monte Farinha, em Mondim de Basto, a “poderosa” ascensão à Senhora da Graça.

No final, em declarações à imprensa, Pedro Silva disse de sua justiça: “T𝙚𝙣𝙩á𝙢𝙤𝙨 𝙙𝙚 𝙩𝙪𝙙𝙤 nesta etapa. 𝙊 𝙁𝙖́𝙗𝙞𝙤 𝙖𝙧𝙧𝙖𝙣𝙘𝙤𝙪 𝙣𝙖 𝙛𝙖𝙨𝙚 𝙞𝙣𝙞𝙘𝙞𝙖𝙡 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙚𝙣𝙙𝙪𝙧𝙚𝙘𝙚𝙧 𝙖 𝙘𝙤𝙧𝙧𝙞𝙙𝙖, d𝙚𝙥𝙤𝙞𝙨, 𝙣𝙖 𝙋𝙤𝙧𝙩𝙚𝙡𝙖 𝙙𝙤 𝙃𝙤𝙢𝙚𝙢, 𝙩𝙚𝙣𝙩𝙚𝙞 𝙛𝙖𝙯𝙚𝙧 𝙖 𝙥𝙤𝙣𝙩𝙚, 𝙢𝙖𝙨 𝙣𝙖̃𝙤 𝙘𝙤𝙣𝙨𝙚𝙜𝙪𝙞. 𝙉𝙤 𝙛𝙞𝙣𝙖𝙡 𝙚𝙨𝙥𝙚𝙧𝙚𝙞 𝙥𝙚𝙡𝙖 𝙨𝙪𝙗𝙞𝙙𝙖 𝙡𝙤𝙣𝙜𝙖 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙩𝙚𝙣𝙩𝙖𝙧 𝙛𝙖𝙯𝙚𝙧 𝙖 𝙙𝙞𝙛𝙚𝙧𝙚𝙣𝙘̧𝙖 𝙢𝙖𝙨 𝙤𝙨 𝙖𝙩𝙡𝙚𝙩𝙖𝙨 𝙙𝙖 𝘼𝙣𝙞𝙘𝙤𝙡𝙤𝙧 𝙚𝙨𝙩𝙖𝙫𝙖𝙢 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙛𝙤𝙧𝙩𝙚𝙨”, assumiu. E continuou carapecense: “𝘾𝙡𝙖𝙪𝙙𝙞𝙦𝙪𝙚𝙞 𝙣𝙤𝙨 𝙪́𝙡𝙩𝙞𝙢𝙤𝙨 𝙦𝙪𝙞𝙡𝙤́𝙢𝙚𝙩𝙧𝙤𝙨 𝙚 𝙛𝙞𝙦𝙪𝙚𝙞 𝙖 𝙥𝙚𝙧𝙨𝙚𝙜𝙪𝙞𝙧, sempre 𝙖 𝟭𝟬 𝙤𝙪 𝟭𝟱 𝙨𝙚𝙜𝙪𝙣𝙙𝙤𝙨. 𝙋𝙚𝙣𝙨𝙖𝙫𝙖 𝙦𝙪𝙚 𝙖𝙞𝙣𝙙𝙖 𝙘𝙤𝙣𝙨𝙚𝙜𝙪𝙞𝙖 𝙟𝙪𝙣𝙩𝙖𝙧-𝙢𝙚 𝙖 𝙚𝙡𝙚𝙨 𝙢𝙖𝙨, 𝙣𝙤 𝙛𝙞𝙢, 𝙣𝙖̃𝙤 𝙛𝙤𝙞 𝙥𝙤𝙨𝙨𝙞́𝙫𝙚𝙡”. 𝘼𝙞𝙣𝙙𝙖 𝙖𝙨𝙨𝙞𝙢 “𝙨𝙖𝙞𝙤 𝙨𝙖𝙩𝙞𝙨𝙛𝙚𝙞𝙩𝙤 𝙥𝙤𝙧𝙦𝙪𝙚 𝙜𝙖𝙣𝙝𝙚𝙞 𝙢𝙪𝙞𝙩𝙤𝙨 𝙨𝙚𝙜𝙪𝙣𝙙𝙤𝙨 𝙖𝙤𝙨 𝙢𝙚𝙪𝙨 𝙖𝙙𝙫𝙚𝙧𝙨𝙖́𝙧𝙞𝙤𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙚𝙨𝙩𝙖̃𝙤 𝙣𝙖 𝙡𝙪𝙩𝙖 𝙥𝙚𝙡𝙤 𝙥𝙤́𝙙𝙞𝙤. 𝘼𝙘𝙝𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙛𝙤𝙞 𝙪𝙢 𝙙𝙞𝙖 𝙥𝙤𝙨𝙞𝙩𝙞𝙫𝙤 𝙖𝙥𝙚𝙨𝙖𝙧 𝙙𝙚 𝙦𝙪𝙚𝙧𝙚𝙧 𝙢𝙪𝙞𝙩𝙤 𝙜𝙖𝙣𝙝𝙖𝙧 𝙚𝙨𝙩𝙖 𝙚𝙩𝙖𝙥𝙖. 𝙁𝙤𝙞, 𝙨𝙚𝙢 𝙙𝙪́𝙫𝙞𝙙𝙖, 𝙪𝙢 𝙙𝙞𝙖 𝙥𝙤𝙨𝙞𝙩𝙞𝙫𝙤”, terminou.

Mas a chegada ao Gerês também teve outro protagonista barcelense. André “Nelinho” Ribeiro (GI Group Holding-Simoldes-UDO) defendeu-se muito bem nas subidas e descidas e finalizou após percorridos 153 Km na 27ª posição a 11’50’’ de Pericas.

Já João Matias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua) teve mais dificuldades nesta etapa e terminou na 77ª posição a 31’41’ do vencedor.

A 87ª edição da Volta a Portugal continua hoje, Sexta-feira, uma etapa que promete muita animação. Na véspera da subida à Senhora da Graça, os corredores terão uma tirada perigosa e armadilhada. Serão 2833 metros de acumulado ao longo de praticamente 167 quilómetros de corrida, incluindo duas contagens de montanha de terceira categoria, a última das quais a menos de 15 km da meta.

O dia começa em Melgaço rumo a Fafe. Além das contagens de montanha, haverá pontos para disputar para a Camisola Laranja, na posse de Rui Oliveira, com três metas volantes em Monção, Ponte de Lima e Braga.

Entre Monção e Ponte de Lima, dá-se a ascensão ao Alto de Espinheiro, cinco quilómetros a 4,6 por cento de pendente média. Quem eventualmente ficar para trás terá depois muita estrada para recolar, mas o mesmo não acontecerá com a segunda subida da tarde.

A contagem da Penha surge bem dentro da parte final da tirada, e com mais dureza: seis quilómetros a 6,3 por cento a pouco mais de 14 quilómetros da. Certamente a Penha vai exigir uma atenção redobrada aos ciclistas para evitarem surpresas, e pode bem ser decisiva nas contas finais da etapa, cujo final será na Praça 25 de Abril, em Fafe.

A oitava etapa da Volta a Portugal parte de Melgaço às 13h10 e tem final previsto para as 17h18, em Fafe.


6 ETAPA (12 Agosto)

Depois da sexta etapa de ontem, que começou em Santa Maria da Feira e terminou no Peso da Régua, numa extensão de 132,6 km, onde quase nada se alterou na tabela classificativa, com Pedro Silva a chegar no segundo grupo a poucos segundos do vencedor, Xabier Isasa, hoje a tirada já poderá modificar o rumo da corrida.

A sétima etapa da Grandíssima parte de Vieira do Minho rumo a um dos dias mais especiais da prova com a incursão pelo Parque Nacional da Peneda-Gerês e três subidas que vão, certamente, romper pernas onde sobreviverão os mais resistentes.

A primeira contagem intermédia do dia é a meta volante bonificada de Póvoa de Lanhoso, instalada ao quilómetro 25,4. Pouco depois haverá novo bónus sprint, no Rio Caldo, antes de começarem as verdadeiras dificuldades.

Ao quilómetro 48,8, os corredores iniciarão a subida à Mata da Albergaria, de primeira categoria – praticamente 12 quilómetros a 5,9 por cento de pendente média. A Caravana da Volta atravessará uma das áreas de maior valor natural do Parque Nacional da Peneda-Gerês sob um conjunto particularmente exigente de condicionantes, algumas inéditas no ciclismo, para preservar o meio ambiente.

A corrida terá uma breve passagem por território espanhol, seguir-se-á nova meta volante, em Lindoso, para depois entrar numa nova fase de dificuldades. A contagem de montanha do Alto de Germil também é de primeira categoria, com 12,2 quilómetros de extensão a 5,7 por cento de pendente média, e uma dificuldade acrescida: desses 12 quilómetros, cerca de metade serão feitos em empedrado.

Se estas duas ascensões não forem suficientes para marcar diferenças, os homens da Geral terão ainda uma derradeira oportunidade para se destacarem, com a subida final à Vila do Gerês, quatro mil e 600 metros a 4,6 por cento.

A sétima etapa da Volta a Portugal (147 km) parte de Vieira do Minho às 13h25 e tem final previsto para as Termas do Gerês às 17h13.


5ª ETAPA (10 Agosto)

Julius Johansen foi o vencedor da 5ª etapa da Volta a Portugal em bicicleta, um contra-relógio individual que ligou Anadia a Águeda, com o tempo de 21’13’’. Pedro Silva concluiu o CRI com mais 1’41’’ do que o vencedor, sendo o mais rápido entre o contingente barcelense, com o 25º lugar. João Matias foi 30º, com mais 1’50’’ e André “Nelinho” Ribeiro foi 71º com mais 2’46’’ do que o dinamarquês.

Concluída a primeira metade da Volta a Portugal, o pelotão vai agora para o dia de descanso. A sexta etapa é amanhã, Quarta-feira, uma ligação de 132,6 quilómetros entre Santa Maria da Feira e o Peso da Régua.


4ª ETAPA (9 Agosto)

Pedro Silva foi um dos protagonistas da etapa rainha da Volta a Portugal em bicicleta ao terminar na terceira posição na subida à Torre. Na Serra da Estrela, o ciclista de Carapeços subiu entre os melhores, aguentou-se, pedalou muitas vezes na frente e no final teve os seus frutos ao fazer terceiro na etapa e a ser coroado como o melhor português na tirada o que lhe valeu a subida ao pódio. Tal como no dia anterior o fez João Matias, desta foi outro barcelenses a brilhar na Volta deste ano.

Com este resultado o minhoto subiu ao quarto lugar da geral individual atrás do vencedor da etapa de ontem, o francês Alexis Guerin e do vencedor das últimas edições, Artem Nych.

Quem também subiu bem foi o corredor de Santa Eugénia, André “Nelinho” Ribeiro, com mais 4’43, na 24ª posição. João Matias, de Roriz, foi 106º a 32’35 do vencedor.

 Hoje vai para a estrada mais uma etapa, a quinta da Grandíssima com um contra-relógio individual entre Anadia e Águeda, numa extensão de 17,4km.

Com 17 quilómetros e uma subida intermédia, o contrarrelógio individual, com início agendado para as 13:39, deverá ser a última grande oportunidade para os especialistas ganharem tempo antes do dia de descanso e da entrada nas etapas decisivas.

Pedro Silva partirá às 17h01, André “Nelinho” Ribeiro sairá às 16h34 e o primeiro dos barcelenses a ir para estrada será João Matias, às 15h31.


3ª ETAPA (8 Agosto)

Foi por um triz que João Matias não conseguiu vencer a terceira etapa da Volta a Portugal em bicicleta. O rorizense finalizou na segunda posição sendo ultrapassado quase em cima da linha de meta pelo seu colega de equipa, Leangel Linarez.

A tirada começou em Beja e terminou em Elvas depois de percorridos 182,2km. Num final técnico, caótico e feito a grande velocidade João Matias provou que ainda está aqui para as curvas. Pedro Silva, de Carapeços, do Boavista foi 34º e André “Nelinho” Ribeiro, de Santa Eugénia, da Oliveirense, foi 57º, ambos com o mesmo tempo do vencedor.O campeão olímpico Rui Oliveira continua a liderar a Classificação Geral.

 A 4ª etapa disputa-se amanha, Domingo, entre Figueiró dos Vinhos e a Covilhã (Torre), numa extensão de 148 km.

A Serra da Estrela entra de rompante na Volta. Os primeiros 40 quilómetros dão uma falsa sensação de segurança, antes da longa subida do Alto do Braçal, que obrigará o pelotão a pedalar 13,9 quilómetros a 4,1% de inclinação - o primeiro quilómetro chega a ter um trecho de 8,4%.

Depois de uma meta móvel em plano, para recuperar o fôlego, seguem-se duas ascensões quase consecutivas de terceira categoria ao Alto da Portela de Gavião do Armadouro, numa sequência de altos e baixos que desgastará o pelotão.

Até que, depois de cerca de 20 quilómetros de relativa paz, começa a mítica subida à Torre, a única escalada de categoria especial da prova. São 21,8 quilómetros quase sempre a subir, a 6,3% de declive — mais de 10% do segundo ao oitavo quilómetro, chegando a atingir os 12,3%.

Quando o rei da Torre cruzar a meta, estará a 1.434 metros de altitude.


2ª ETAPA (7 Agosto)

Foi uma chegada rápida a Albufeira com duas subidas antes da meta que fizeram toda a diferença. Os barcelenses Pedro Silva (Boavista) e João Matias (Mortágua) foram ao sprint e terminaram entre os quinze melhores.

O ciclista de Carapeços que respondeu a um ataque na primeira subida e atacou na segunda, finalizou no nono lugar. Já o corredor de Roriz, que nesta tirada já deu um ar da sua graça, acabou a jornada no 11º lugar. Com o mesmo tempo do vencedor, o colombiano Santiago Mesa, André “Nelinho” Ribeiro foi 59º.

Hoje a terceira etapa liga Beja a Elvas com 182,2 quilómetros em território alentejano, a tirada mais longa da Grandíssima.

A Volta tem sido sobretudo dos homens rápidos até ao momento, e promete sê-lo neste dia 8 de Agosto. São 2130 metros de desnível acumulado positivo, mas apenas uma contagem de montanha de terceira categoria, ao quilómetro 92,3, no Castelo de Monsaraz. 

A terceira etapa da 87.ª edição da Volta a Portugal tem início em Beja, às 12h55, e final previsto para Elvas, às 17h20.


1ª ETAPA (6 Agosto)

Pedro Silva, ciclista de Carapeços, terminou a primeira etapa em linha, entre a Lourinhã e Queluz, no oitavo lugar, tirada ganha por Francisco Campos. O final no Palácio Nacional de Queluz foi ao sprint, com o barcelense a mostrar-se com pernas nesta 87ª edição da Volta a Portugal em bicicleta.
André “Nelinho” Ribeiro foi 42º, com o mesmo tempo do vencedor. Já João Maias terminou a 1’12’’, na 61ª posição.

Hoje tem lugar a segunda etapa da Grandíssima com uma ligação de 180,4 quilómetros a começar em Sines e a acabar em Albufeira. A tarde terá algum sobe e desce – outra vez – e a vitória, à partida, deve ser disputada pelos homens rápidos. 

São 1652 metros de desnível acumulado positivo, três metas volantes – Almograve, Zambujeira do Mar e Lagos – e uma subida categorizada (terceira categoria). A tirada é praticamente plana, mas tem duas subidas no último quilómetro e meio, às quais só os sprinters mais resistentes devem sobreviver.

O dia três da 87ª edição da Volta a Portugal em bicicleta tem início às 13h05 em Sines e final previsto para as 17h27, em Albufeira.


PRÓLOGO (5 Agosto)

Começou a Volta a Portugal em bicicleta. Barcelos está representado nesta 87ª edição com três ciclistas: João Matias, Pedro Silva e André “Nelinho” Ribeiro.

O Prólogo de ontem foi disputado por 119 ciclistas num percurso de 6,5 km que começou na Praça do Império, em Lisboa. Pedro Silva, ciclista de Carapeços, da formação do Boavista, terminou no 30º lugar com o tempo de 7’47’’, mais 35 segundos que o vencedor, o dinamarquês Julius Johansen. João Matias, de Roriz, da equipa de Mortágua, finalizou a etapa com o tempo de 7’48’’, no 32º posto. Já André “Nelinho” Ribeiro, de Rio Côvo Santa Eugénia, da Oliveirense, foi 93º, com o tempo de 8’11’’.

Hoje cumpre-se a primeira etapa em linha que liga a Lourinhã a Sintra, numa extensão de 157,1 km. A etapa inaugural vai ditar desde cedo o ritmo da prova, com o constante sobe e desce característico da região. Com partida na Praça José Máximo da Costa às 13:25 e chegada junto ao Palácio Nacional de Queluz, a subida a Sintra, próxima da meta, poderá ser um ponto de ataque para quem quiser triunfar ao sprint.

Desporto

Barcelos Popular
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06 de Ago de 2026 0

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